Está aqui
Home > INSTITUIÇÃO > REGULAMENTO INTERNO

GRUPO EXPERIMENTAL DE PONTE DE SOR
REGULAMENTO INTERNO DA SECÇÃO DE ANDEBOL

Instalações Desportivas

Serão utilizados pelo G.E.P.S. todas as instalações desportivas, disponibilizadas pelo Município de Ponte de Sor, Agrupamento de Escolas de Ponte de Sor, e outras entidades do Concelho.

Elementos Desportivos

Normas dos elementos nas diversas modalidades do clube

Deveres dos Dirigentes:

1. Zelar pelo cumprimento deste Regulamento;

2. Zelar pelo bom nome do Grupo Experimental de Ponte de Sor;

3. Zelar pela correcta utilização de material de treino, instalações e viaturas;

4. Zelar pelo bom comportamento dos atletas, dentro e fora das instalações desportivas;

5. Responsabilizarem-se por tudo que esteja relacionado com a equipa que dirigem, no âmbito de inscrições, marcação de jogos, exames médicos, torneios, alimentação, seguros, policiamento se necessário, e controlo de despesas e receitas.

6. Comunicar por escrito à direcção do G.E.P.S. todas as situações que se justifiquem estar na base de problemas.

Deveres do Coordenador Desportivo:

1. Inscrição de equipas, atletas, treinadores e pessoal de enquadramento aos jogos;

2. Tratar de seguros desportivos;

3. Dar informação a quem de direito dos resultados desportivos;

4. Servir de interlocutor entre o Clube e as entidades desportivas oficiais e outros clubes desportivos;

5. Participação em torneios;

6. Coordenar a área técnica;

7. Planificar todas as actividades previstas no âmbito da época desportiva.

Deveres dos Dirigentes/Oficiais de Mesa

1. Acompanhar as equipas nos jogos em casa e fora conforme a sua necessidade;

2. Controlar todo o processo de Oficial de mesa nos jogos em casa.

Deveres dos Coordenador de Segurança/Diretor de Campo

1. Zelar pela segurança de todos os intervenientes nos jogos em casa do Grupo Experimental de Pote de Sor, assim como das instalações onde decorrem os mesmos;

2. Contactar as autoridades G.N.R. e Bombeiros se necessário.

3. Recepção às equipas;

4. Animação;

5. Iniciativas de Marketing, tais como angariação de sócios, venda de rifas e outros;

6. Garantir fotos e filmagem do Jogo, transferência para site do G.E.P.S. e meios de comunicação.

Deveres dos Treinadores

1. Cumprir este regulamento do G.E.P.S.;

2. Zelar pelo bom nome do Grupo Experimental de Ponte de Sor;

3. Treinar a equipa e quando não o puder fazer, pedir a sua substituição junto do Coordenador desportivo;

4. Zelar pela correcta utilização do material e instalações desportivas;

5. Não permitir a presença de atletas dentro do recinto dos treinos sem material adequado;

6. Não se ausentar do treino, sem que este tenha terminado, verificando se tudo fica em ordem, ou pedindo a outros treinadores ou dirigentes presentes que o façam;

7. Comunicar todas as alterações de treinos ou competições que venham a acontecer;

8. Comunicar todos os Torneios ou jogos particulares ao seu dirigente ou Direção do clube, e não o fazendo é responsável por qualquer multa ou infracção.

Regulamento dos atletas G.E.P.S.

I Atitude mental

O meu principal objectivo é ser o melhor jogador possível. Apenas eu sou responsável pelos meus actos e atitudes e como tal devo-me empenhar no sentido de dar o maior contributo possível.

1. Ter uma conduta correcta na equipa de forma a ser respeitado por todos.

2. Ir a todos os treinos, jogos e actividades do clube sendo sempre pontual.

3. Disciplinar o meu corpo para ser saudável (dormir o necessário, não fumar nem beber álcool).

4. Reconhecer os meus erros e aprender com eles, não arranjando pretextos (o treinador sabe muito bem a origem do erro).

5. Aceitar as indicações e críticas do treinador (mesmo que não sejam favoráveis) pensando que sempre que o treinador as faz é sinal que se preocupa comigo e quer que eu seja, cada vez melhor.

6. Ignorar os erros dos meus colegas, porque acredito que não fazem propositadamente e incentiva-los de imediato.

7. Apoiar todo o esforço e êxito dos meus colegas.

8. Concentração nos treinos e jogos não me distraindo.

II Conduta no treino

O treino é, acima de tudo, o processo que permite à atleta evoluir; a forma como o treino decorre vai depender tudo o que a equipa é capaz de jogar. Assim é da responsabilidade de todos os atletas dar o seu melhor no treino, através de um esforço sincero, honesto e de um grande espírito de ajuda.

1. É expressamente obrigatório cumprir zelosamente as horas do treino. Caso o atleta tenha que por qualquer motivo, de força maior, chegar atrasado deve comunicar ao treinador no treino anterior.

2. Caso chegue ao treino e o treinador não tenha chegado não se deve esperar por ele; deve, de imediato, iniciar o aquecimento.

3. Durante o treino nenhum atleta pode parar, sentar-se, beber água ou sair do recinto sem que o treinador tenha dado ordem. Os períodos de descanso são para toda a equipa em simultâneo.

4. Durante a explicação dos exercícios, ou seja, enquanto o treinador fala, todos os atletas devem prestar atenção (não conversar ou estar distraídos); o atleta deve pensar que mesmo que o treinador não esteja a falar para ele há sempre alguma coisa que lhe interesse aprender no que ele diz.

5. Durante o treino na feitura de deslocamento, trocas de posição ou mesmo em tarefas de apoio ao treinador, o atleta não pode estar apático, tem de efectuar o que lhe compete rápido e bem.

6. No decorrer do treino não é permitido demonstrar atitudes de descontentamento, frustração, desinteresse, ou seja, tudo aquilo que revele falta de controlo emocional é fundamental para o sucesso no jogo e tem de ser trabalhado no treino.

7. Todos os atletas são responsáveis por estimular os colegas no treino, principalmente quando a fadiga se instala e é preciso concentrar todos os esforços em torno do objectivo principal, que é dar o nosso melhor; nunca nos devemos esquecer que podemos dar sempre melhor do que aquilo que pensamos que é possível.

III Conduta no jogo

O jogo é o momento em que todo o nosso esforço tem a recompensa. Por isso temos que dar sempre o melhor, lutando sempre pela vitória sem ter em conta o resultado do mesmo.

1. O aquecimento faz parte do jogo. Por isso, desde que entrem para o recinto de jogo os atletas têm de ter a concentração máxima no aquecimento que os vai preparando plenamente para o jogo.

2. Todos os atletas devem fazer o aquecimento que está destinado e em simultâneo.

3. Durante o jogo os suplentes devem estimular os colegas sentindo que estão com eles dentro do campo. Não devem passar o tempo calados nem aos berros; devem racionalizar os estímulos que dirigem aos colegas, enviando-os nos momentos apropriados.

4. Qualquer suplente deve estar sempre pronto a entrar em jogo; para tal deve mostrar ao treinador que está concentrado, com vontade de jogar.

5. Os atletas que estão a jogar têm a obrigação de dar o seu melhor em todo e qualquer momento (o cansaço tem de ser ignorado e ultrapassado assim como as frustrações de momento na medida em que o erro faz parte do passado). O controlo emocional é fundamental.

6. É um dever de todos os atletas cumprimentarem os adversários e a equipa de arbitragem. Faz parte da boa educação e constitui uma regra básica da ética desportiva.
A atitude de cada atleta em jogo é decisiva para a imagem da equipa. Nós somos aquilo que fazemos, ou seja, as pessoas avaliam os nossos actos e nunca os nossos pensamentos. Nunca podemos esquecer que para recebermos dos outros “coisas boas” (compreensão, companheirismo, solidariedade, etc.) temos antes de tudo que dar. A imagem do Clube é constituída na base dos nossos comportamentos, humildade, dignidade, espírito de entre ajuda e “raça” são ingredientes fundamentais para uma atitude de vitória.

Deveres dos Atletas

1. Cumprir este regulamento do G.E.P.S.;

2. Zelar pelo bom nome do Grupo Experimental de Ponte de Sor;

3. Utilizar com correcção todo o material, equipamentos e instalações desportivas;

4. Manter uma postura de colaboração para a arrumação e preservação do material do clube, antes e após o treino nos dias destes;

5. Utilizar e conservar o equipamento que o clube lhe vai providenciar;

6. É proibido o uso de vestuário não oficialmente reconhecido e representativo do clube, nos dias dos jogos oficiais;

7. As sapatilhas usadas nos treinos e nos jogos não devem vir calçadas do exterior, e ser as mais apropriadas para a prática da modalidade;

8. Não se ausentar sem autorização do treinador, quer seja no treino, quer seja no jogo, sendo passível de processo disciplinar;

9. Utilizar os balneários de forma correta, respeitando os colegas, funcionários, treinadores, dirigentes e outros, preservando as instalações e demais equipamentos;

10. O atleta deve ser assíduo e pontual em todos os compromissos que esteja convocado pelo clube;

11. O atleta que não pode comparecer ao compromisso para o qual está convocado à hora indicada pelos responsáveis, deve comunicar com a maior antecedência possível, sujeitando-se a sanção disciplinar;

12. O atleta deve cumprir com a maior disciplina, em todas as circunstâncias em que representa o clube, a ordens e directrizes definidas pelos treinadores, dirigentes responsáveis e eventualmente, capitão de equipa;

13. Respeitar colegas, treinadores, dirigentes, árbitros, oficiais de mesa, equipas adversárias e funcionários dos pavilhões, dentro e fora de campo;

14. No decorrer dos jogos o atleta está proibido de contestar qualquer decisão ou comentário, realizados pela equipa técnica, dirigentes, arbitragem ou espectadores;

15. O atleta está obrigado a comunicar qualquer alteração do estado de saúde à equipa técnica e submeter-se às indicações dadas pelo departamento médico do clube;

16. É expressamente proibido ao atleta participar em qualquer competição, organizada por entidades alheias ao clube, sem dar conhecimento ao Coordenador desportivo, durante a época desportiva;

17. O atleta deve responsabilizar-se por rifas ou festas, como formas de angariação de meios extraordinários de receitas para o clube, conforme orientação da planificação anual do clube;

18. Todas as normas infringidas pelos atletas do clube no regulamento interno serão penalizadas com repreensão por escrito, comunicação aos encarregados de educação, e/ou suspensão temporária, conforme a gravidade da situação, que será analisada e debatida pelo dirigentes e coordenador desportivo em tempo útil;

19. Nos casos omissos, vigoram regras definidas pelos treinadores e dirigentes dos próprios escalões.

Esquema de incentivos à promoção Andebol

Todos os atletas devem ter incentivos que ajudem a reforçar o seu empenho, responsabilidade e resiliência dentro do Desporto. Assim, o G.E.P.S. determina que:

1. Cada atleta do clube deve ter direito a um equipamento de treino que será transversal a todos os escalões, e que será personalizado com o nome que o atleta quiser colocar, atendendo a aprovação do Coordenador Desportivo assim como a sua numeração;

2. Este equipamento de treino pode ser atribuído anualmente, pelo clube, mediante o seu crescimento, assim o atleta cumpra o mínimo de 30 treinos;
Nota: Se a direcção verificar que o atleta não zelou adequadamente pelo equipamento, pode não atribuir um de substituição mesmo que tenha 30 treinos noutra época. Pode assim a direcção pedir o valor do mesmo equipamento para proceder à substituição.
3. Só é atribuído pelo clube até 1 equipamento por época desportiva;

4. Todos os atletas de escalões base até Infantis, a partir da época 2015/2016 terão direito a uma bola de iniciação para treino em casa, sendo que os atletas com revalidação terão que cumprir 20 treinos para obter esse incentivo. Os atletas de 1ª inscrição, terão que cumprir 10 treinos;
5. O Coordenador Desportivo, em conjunto com todos os corpos técnicos, farão o controle dos treinos, sendo que, com base nos deveres dos atletas se informa que:
– Cada presença do atleta num treino conta um treino;
– Cada presença do atleta num jogo em que foi convocado vale dois treinos (premiar o mérito);
– Conforme o atraso do atleta ao início da hora do treino, pode ser retirado esse treino do esquema de pontuação do programa de incentivos, assim seja definido em reunião entre corpo técnico do escalão e o Coordenador Desportivo, analisando ainda a justificação do pai do atleta;
– Se o jogador faltar ao jogo e não avisar o corpo técnico para o mesmo, ou tiver uma justificação não aceitável para o mesmo, pode ser retirado ao atleta 3 treinos do esquema de pontuação do programa de incentivos;
– Caso ocorra alguma atitude disciplinar grave, assim entendida pelo Coordenador Desportivo, em análise com o corpo técnico responsável pelo atleta, pode ser retirado 5 treinos no esquema de pontuação do programa de incentivos;
– Se for viável ao clube, deve o mesmo premiar o escalão com melhor pontuação no programa de incentivos, dando a possibilidade de esse mesmo escalão ver um jogo de 1ª divisão, taça de Portugal, Supertaça, competições europeias ou selecções, no final da época desportiva;
– Também no final da época desportiva, participando o clube em torneios nacionais, internacionais, Andebol de Praia ou Campos de Férias, e havendo custos para os atletas dessas mesmas inscrições, deve o clube suportar todas as inscrições de atletas, que tenham através de todos os meios de pontuação atingindo 80% dos treinos, previstos por escalão pelo Coordenador Desportivo.

Deveres dos Pais dos Atletas

1. Cumprir este regulamento do G.E.P.S.;

2. Zelar pelo bom nome do Grupo Experimental de Ponte de Sor;

3. Acompanhar os seus filhos sempre que possível;

4. Estar presente nos jogos e apoiar desportivamente os seus filhos;

5. Não interferir com o trabalho técnico/táctico ou disciplinar do Treinador;

6. Comparecer às reuniões pedidas pelo corpo técnico do escalão, ou Coordenador Desportivo ou Corpos Sociais do Clube.

Transportes

As viaturas do Grupo experimental de Ponte de Sor têm a seguinte utilização:

1. O dirigente responsável deve verificar pressão de pneus, nível do óleo, nível de água, etc. Deve ainda informar de alguma anomalia que encontre e que não esteja ainda referenciada;

2. As viaturas só estão autorizadas a circular a velocidades máximas indicadas no Código da Estrada em vigor. A partir desse limite o dirigente motorista é responsável por quaisquer multas atribuídas à viatura;

3. Cada utilizador é responsável em cada jogo onde haja deslocação, de modo a zelar pelo bom estado e limpeza da carrinha;

4. No final da viagem, os atletas que utilizaram respectiva viatura na viagem ao jogo, só podem abandonar a viatura, garantido o seu bom estado e limpeza;

5. Os dirigentes, treinadores e atletas são responsáveis pelo seu transporte na ida para o treino e para o local de partida para os jogos(Pavilhão onde treinam). Em casos analisados pela Direcção do Clube no início da época, ou mediante novas inscrições, pode ser atribuído transporte aos treinos a todos os atletas que necessitem, assim a mesma Direção considere que estão reunidas premissas para esse transporte, a ter em consideração:
– idade até 12 anos;
– distância de casa do atleta de mais de 2 km;
– pedido pontual a analisar em conjunto com os pais e mediante disponibilidade do clube;
– condições meteorológicas que o justifiquem.
O clube não faz transporte de casa dos atletas para o local de partida para os jogos, visto que essa é responsabilidade dos pais, a não ser em casos pontuais em que estes não tenham qualquer meio de transporte.
6. Os dirigentes e treinadores são responsáveis por levar a casa os atletas a seguir aos jogos, se os pais dos atletas o requisitarem esporadicamente.
Nota: informamos que a época desportiva têm é constituída por 10 meses, com inicio na 1ª semana de Setembro e fim a 30 de junho, sendo que poderá haver ainda torneios de verão a decorrer sobretudo nas 1ªs semanas de julho. Neste sentido, solicita-se a todos os atletas o pagamento de 12€ por ano, com a constituição do estatuto de sócio/atleta.
Para manter uma participação ativa, tem de haver empenho nos treinos e nas competições. Todos têm de trabalhar para alcançar os objectivos traçados. Assim seremos mais fortes!

Formação

O Grupo Experimental de Ponte de Sor é um clube Formador.
A Instituição dá apoio na formação de jovens árbitros, dirigentes, técnicos e outras componentes do Desporto que nos permitam a todos ser melhores profissionais. Ao longo dos últimos anos, o G.E.P.S. tem formado atletas de grande qualidade desportiva, mas pretende que eles tenham outras visões complementares do desporto, com outro tipo de visão e enquadramento, que no fundo lhes permitem ser melhores homens e mulheres do futuro, além de que lhes dá alguma forma de subsistência financeira se para ela trabalharem. Assim, o G.E.P.S. já vai trabalhando todas as funções que enquadram a formação integral do atleta, havendo até hipóteses de parcerias nestas formações com Cursos de Desporto, para formação de futuros Professores ligados ao Desporto.

Para que nenhum atleta esqueça…

Vamos dar Tudo,Tudo,Tudo? TUDO!!
Vamos Ganhar? VAMOS!!
Pela Força, Pela Raça, G.E.P.S.!, G.E.P.S.!, G.E.P.S.!

Top